Cinco Motivos Para Investir Em Aplicações Financeiras

Talvez você esteja navegando por acaso na internet e tenha se deparado com muitos sites e blogs de pessoas contando suas histórias de como ficaram ricos. Talvez você já tenha pensado algum dia em arrumar um jeito de ganhar mais dinheiro, mas ainda não descobriu exatamente como.

Talvez ainda você tenha plena consciência do que é uma aplicação financeira (se não tem, recomendo que leia esse texto), mas ainda precisa amadurecer a ideia e se convencer melhor dos motivos que o levariam a investir tempo e dinheiro em aplicações financeiras.

Qualquer que seja o motivo que o leva a estar aqui em nosso blog, você acertou: este artigo é para você! A seguir, vamos ver cinco motivos para começar a investir em aplicações financeiras:

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  1. Quero melhorar meus ganhos e conquistar a independência financeira

Você já fez de tudo para tentar poupar grana, mas sempre acaba sobrando mês no fim do dinheiro? Não entende porque o seu salário não consegue acompanhar o custo de vida de sua cidade? Já vendeu cosméticos e suplementos alimentares para melhorar sua renda e não deu certo? Pois é… Não se preocupe, você não é o único!

Acredite, ganhar dinheiro parece fácil, mas não é. Para conseguir um dinheiro a mais é preciso fazer algo a mais. E esse algo a mais é investir. Vamos entender melhor se pensarmos no significado da palavra lucro.

O lucro é o retorno positivo de um investimento. É através do lucro que as empresas conseguem sustentar seus caixas e fazer sobrar dinheiro. Só que para gerar lucro elas precisam investir em alguma coisa dentro da própria empresa: pode ser um novo produto ou serviço, melhorias no atendimento, entrega ou negociar preços menores com os fornecedores.

Faz sentido? É por isso que para fazer sobrar dinheiro no final do mês (ou no final do ano )você precisa entender que uma ótima forma de investir recursos e conquistar a independência financeira é através das aplicações financeiras (leia mais sobre os tipos de aplicações financeiras aqui).

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2. Preciso me livrar das dívidas e começar a organizar melhor minhas finanças;

Com a forte desaceleração econômica, aumento do desemprego e aumento de preços em geral não é difícil de concluir que os índices de inadimplência (endividamento) do país dispararam nos últimos anos. Segundo dados do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), o número de consumidores brasileiros com contas em atraso já soma 58 milhões de devedores em todo o país desde o início de 2015. Se você se encaixa nesse perfil deve estar pensando: como posso sair dessa situação?

Bom, se você já percebeu que usar o limite do cartão ou do cheque especial não são boas opções para quem quer se livrar das dívidas, o melhor a fazer é: mapear os gastos, descobrir sua capacidade de pagamento e negociar a quitação da dívida são os primeiros passos. Depois é preciso organizar melhor suas finanças.

Um passo importante é aprender a controlar e registrar os gastos, usar o cartão de crédito com parcimônia e inteligência e dar prioridade às compras à vista, evitando, assim, acúmulo de parcelamentos. Passado o sufoco do endividamento e depois que você aprendeu a organizar suas finanças, você está pronto para começar a investir seu dinheiro através das aplicações financeiras.

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3. Desejo muito ter sucesso e alcançar objetivos como ter meu imóvel próprio, comprar um carro ou fazer viagens

Todo mundo um dia quer ter tranquilidade e estabilidade econômica suficientes para viver melhor. Este é um consenso indiscutível, sem dúvida. O que falta, na maioria das pessoas é estratégia e planejamento para alcançar esse objetivo. Muitos acreditam que poupar dinheiro é uma forma de alcançar estes objetivos. Para André Rocha, analista da Apimec e especialista em avaliar empresas da Bolsa de Valores, antes de investir é preciso poupar. “Há uma diferença sutil entre poupar e investir. Poupar é uma etapa anterior”, explica o especialista.

Poupar ajuda sim e é fundamental para qualquer planejamento financeiro (Leia matéria completa no Jornal Valor Econômico), porém talvez seja a hora de você pensar em investir o dinheiro em aplicações financeiras e ganhar escalabilidade no processo de ganhar dinheiro (como vimos no item 1 desse artigo).

O primeiro passo é definir o seu objetivo: se você deseja usar o dinheiro em menos de 1 ano (como comprar um carro, por exemplo), você deve guardar este dinheiro em um produto de Renda Fixa, porque não terá tempo de esperar uma recuperação do mercado caso algo saia errado. Exemplo de produtos que podem ser usados: Poupança, CDBs, LCIs, Fundos de Renda Fixa, Fundos DI, Notas do Governo (LFT, NTN…), Debêntures.

Já no caso de planejar usar o dinheiro após um ano ou mais, vale investir em aplicações com um pouco mais de risco, cujo rendimento é maior e ajuda a aumentar sua reserva pra atingir aquele objetivo (como comprar um imóvel). Exemplos: Fundos Multimercados, Fundos Imobiliários, Fundos de Ações, Ações e ETFs no seu portfólio de investimentos, respeitando o seu perfil de risco.

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4. Em tempos de crise quem consegue investir certo sai na frente

A essa altura, das duas, uma: ou você já está convencido e vai começar a investir em aplicações financeiras o quanto antes, ou deve estar achando uma loucura total. Mais loucura ainda, você estar pensando, é investir dinheiro em plena crise! Será mesmo?

Vamos com calma. Releia o título novamente. Observe bem que não estamos falando que você deve pegar todas as suas economias e simplesmente sair por aí investindo em qualquer lugar. Estamos falando de “investir certo para sair na frente”. O pessoal do Toro Radar tem um vídeo bem interessante (que está na seção de cursos) sobre investimento na crise. Lá eles explicam que, nós devemos olhar os momentos incertos como “sementes das oportunidades”.

Vamos analisar historicamente o que eles querem dizer. Não faz muito tempo, em 2002, o Brasil vivia um cenário bem parecido com o que vivemos agora: o de instabilidade política e econômica. O índice Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) estava em queda de quase 50% por três anos, o mundo inteiro ainda estava tremendamente abalado com os atentados de 11 de setembro, havia instabilidade política por conta das eleições e o “Risco-Lula” (termo adotado, na época, para indicar que se o Lula viesse a ganhar a eleição, a economia do país poderia falir), havia a bolha das lojas virtuais, a crise na Argentina, racionamento de energia, alta na inflação, entre outros.

Algumas pessoas, porém, enxergaram aí uma oportunidade e investiram. Resultado: nos cinco anos seguintes a Bovespa teve uma alta de mais de 900%. Quem comprou R$ 20 mil reais em ações das Lojas Americanas em 2002, hoje possui algo em torno de R$ 4 milhões.

No caso de um impeachment, por exemplo, o economista da Atlas Invest, Max Scatimburgo explica que, haveria uma tendência a ter queda de juros e, consequentemente, o momento atual seria de investir em títulos prefixados ou atrelados ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), em especial os do Tesouro Direto. Com relação ao dólar ele explica que a moeda também sofreria queda, forçando a inflação para baixo. “Mesmo assim, a venda do dólar é uma operação muito arriscada para o operador comum, mas uma boa opção seria as posições em mini dólar”, aponta. (Leia matéria completa no site da Infomoney).

Cinco motivos para investir em aplicações financeiras

 5. Ter dinheiro guardado para emergências ou oportunidades de negócio

Quem nunca teve uma emergência e precisou pedir dinheiro emprestado? Se você tivesse investido esse dinheiro, talvez pudesse até ser a pessoa que emprestou o dinheiro. Além disso, você evitará o transtorno financeiro de pagar juros de um empréstimo bancário, por exemplo. Mas como vou saber se posso resgatar o dinheiro da minha aplicação? Bom, aí vai depender de qual aplicação financeira você fez. No caso dos Fundos de Investimento, por exemplo, você consegue ter liquidez diária e ainda resgatar as cotas a qualquer momento.

Outra opção bacana que pode estar passando pela sua cabeça é: e se eu investir no meu próprio negócio? Esta é uma decisão que deve ser muito bem pensada. Afinal, enquanto somos empregados de outras pessoas temos a falsa sensação que empreender nos dá vantagens como ter mais tempo e dinheiro. Apesar disso quase nunca não ser verdade (a maioria dos empreendedores acaba trabalhando mais para sustentar seu negócio), você avaliou o mercado, enxergou uma boa oportunidade e decidiu que quer empreender.

Bom, é agora que começa o seu planejamento: você precisará levantar os custos para começar o seu negócio e também planejar a gestão para que alcance os lucros. Durante o planejamento você pode avaliar a possibilidade de fazer uma aplicação financeira para alcançar o seu objetivo. Lembre-se de avaliar o prazo, a rentabilidade e os ricos para decidir qual é a melhor aplicação no seu caso.

Outras formas de fazer isso é procurando um sócio, um investidor-anjo, lançando um projeto de financiamento colaborativo na internet e até mesmo contratando um empréstimo bancário.

Ficou em dúvida se investe na aplicação ou no próprio negócio? O Rafael Seabra, do blog Quero Ficar Rico, explicou bem neste post, sobre qual é a melhor opção. Pra ele é possível sim, fazer as duas coisas (ser empreendedor e investidor) e este é, inclusive um argumento defendido pelo Robert Kiyosaki, autor do livro Pai Rico, Pai Pobre, que sugere que você deve migrar de empregado ou autônomo para dono ou diretamente para investidor.

Assista ao vídeo: “A importância de investir”:

Você se encaixa em um desses perfis ou sua situação é totalmente diferente das que apresentamos? Deixe sua pergunta ou sugestão nos comentários abaixo!

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